Pergunte a diferentes áreas de uma seguradora onde está o maior gargalo operacional e você provavelmente vai ouvir respostas diferentes, todas baseadas em percepção — não em dados. É exatamente esse ponto cego que o Process Mining resolve.
O que é, na prática
Process Mining é a técnica de reconstruir o fluxo real de um processo a partir dos registros deixados pelos próprios sistemas (logs de eventos, timestamps, transições de status). O resultado não é um fluxograma desenhado em uma reunião — é o mapa exato de como o processo realmente acontece, com todas as suas variações, atalhos e desvios.
Por que isso muda as prioridades
- Revela variações do processo que nunca foram documentadas oficialmente
- Mostra exatamente em qual etapa o tempo está sendo consumido
- Identifica retrabalho e loops que passam despercebidos no dia a dia
- Fundamenta a priorização de automação com dados, não com opinião
A maioria das seguradoras não tem um problema de falta de automação — tem um problema de não saber exatamente onde automatizar primeiro.
O primeiro passo de qualquer projeto sério de Hyperautomação
É por isso que colocamos Process Mining logo no início da nossa metodologia, na fase de Descoberta. Antes de qualquer decisão sobre RPA, Workflow ou IA, entendemos com dados reais onde está o maior potencial de impacto — e evitamos automatizar processos que, na verdade, deveriam ser redesenhados.